Bem-vindo ao Meliponário Tapajós

A criação de abelhas nativas sem ferrão é uma atividade fascinante que combina preservação ambiental, aprendizado e produção de mel. Conheça nosso trabalho e descubra como começar.

O que oferecemos

Curso de Meliponicultura

Aprenda tudo sobre a criação de abelhas nativas sem ferrão, com foco na espécie Jataí. Curso on-line completo com suporte pessoal e acesso vitalício.

Educação Ambiental

Projetos educativos para escolas e eventos, levando conhecimento sobre abelhas nativas e a importância da polinização para o meio ambiente.

Livro Infantil

"O Elo Invisível" – uma história encantadora que aproxima as crianças do universo das abelhas nativas sem ferrão. Publicado pela Editora Altamira e premiado internacionalmente.

Apresentação

Conheça o Meliponário Tapajós, suas instalações, as espécies criadas e a história do professor Gustavo Lassala. Agende sua visita.

Por que criar abelhas nativas?

As abelhas nativas sem ferrão desempenham um papel essencial na polinização de plantas nativas e cultivadas. Criar essas abelhas é uma forma de contribuir para a preservação da biodiversidade e ainda produzir mel de alta qualidade. Espécies como a Jataí (Tetragonisca angustula), Mandaçaia (Melipona quadrifasciata), Uruçu Amarela (Melipona rufiventris) e Mirim Preguiça (Frieseomelitta varia) são adaptadas a diferentes regiões do Brasil e podem ser criadas tanto em áreas rurais quanto urbanas.

No Meliponário Tapajós, localizado em Vinhedo – SP, você encontra informações confiáveis, cursos práticos e todo o suporte para iniciar sua criação. Seja por hobby, para produção de mel ou para educação ambiental, a meliponicultura é uma atividade gratificante e sustentável.

Além do mel, as abelhas nativas contribuem para a conservação de ecossistemas inteiros. A polinização realizada por elas garante a reprodução de centenas de espécies vegetais, muitas das quais dependem exclusivamente dessas abelhas. Criar abelhas sem ferrão é, portanto, um ato de cuidado com o meio ambiente e com o futuro da biodiversidade brasileira.

Conheça nosso espaço

Como começar na meliponicultura

Se você está pensando em criar abelhas nativas sem ferrão, aqui estão os passos fundamentais para iniciar com segurança:

  1. Escolha a espécie ideal. A Jataí é a mais recomendada para iniciantes por ser resistente, adaptável a diferentes regiões e de manejo simples. Outras espécies como a Mirim Preguiça também se adaptam bem a áreas urbanas.
  2. Adquira uma caixa racional adequada. Modelos como a caixa INPA são versáteis e permitem tanto a manutenção da colmeia quanto a produção de mel. Existem também modelos verticais e horizontais, cada um com suas vantagens.
  3. Instale iscas para atrair enxames. Iscas bem posicionadas em locais protegidos do sol direto e de formigas aumentam a chance de capturar um enxame. Saiba diferenciar iscas de ninhos provisórios.
  4. Realize a transferência e o manejo básico. Aprenda a revisar a colmeia sem estressar as abelhas, identificar a rainha, fornecer alimentação artificial quando necessário e proteger contra predadores.
  5. Colha mel de forma consciente. O mel é produzido para a própria colmeia; por isso, é fundamental revisar o estoque antes da colheita e oferecer alimentação artificial para não comprometer a sobrevivência do enxame.

Quer aprender tudo isso com acompanhamento personalizado? Conheça nosso curso on-line.

Espécies que criamos

Conheça algumas das espécies de abelhas nativas sem ferrão que fazem parte do Meliponário Tapajós:

  • Jataí (Tetragonisca angustula) – a mais popular e ideal para iniciantes. Seu mel de sabor suave é muito apreciado, e a espécie se adapta bem a quintais urbanos e rurais.
  • Mandaçaia (Melipona quadrifasciata) – abelha de grande porte que produz mel e manteiga de qualidade. É conhecida por sua resistência e boa produção.
  • Uruçu Amarela (Melipona rufiventris) – espécie de grande porte, típica do cerrado, com mel muito valorizado. Exige um pouco mais de espaço e pasto apícola.
  • Mirim Preguiça (Frieseomelitta varia) – pequena e dócil, ótima para áreas urbanas. É fácil de manejar e se adapta a caixas compactas.
  • Iraí (Nannotrigona testaceicornis) – muito comum, de captura fácil. Ideal para quem quer começar com espécies de manejo simples.
  • Manduri (Melipona marginata) – espécie de cerrado e mata atlântica, com mel saboroso e boa adaptação a diferentes climas.
  • Marmelada (Frieseomelitta silvestrii) – conhecida pelo mel de aroma frutado, lembrando marmelo. É uma abelha ativa e de fácil manutenção.

A criação adequada exige conhecimento sobre caixas racionais, manejo, alimentação e pasto apícola. Nosso curso on-line aborda todos esses tópicos detalhadamente.

Perguntas frequentes

Preciso de muito espaço para criar abelhas sem ferrão?

Não. Espécies como a Jataí e a Mirim Preguiça se adaptam muito bem a pequenos espaços urbanos – varandas, quintais e até jardins. O importante é oferecer um abrigo seguro (caixa racional) e fontes de néctar e pólen nas proximidades.

Qual a melhor época do ano para começar?

A primavera e o verão (de setembro a fevereiro) são as melhores épocas, pois há maior oferta de flores e as abelhas estão mais ativas. Os enxames também costumam ser mais frequentes nesse período.

O curso oferece suporte depois da compra?

Sim. O curso on-line inclui acesso vitalício ao conteúdo e suporte direto com o professor. Você pode enviar suas dúvidas sobre manejo, espécies, caixas, alimentação e colheita sempre que precisar.

Posso criar abelhas nativas mesmo morando em apartamento?

Em apartamento é mais desafiador, mas possível se houver uma varanda com boa incidência solar e acesso a plantas. O ideal é ter um quintal ou jardim. A Jataí e a Mirim Preguiça são as mais indicadas para ambientes confinados.

Entre em contato

Tem dúvidas ou quer saber mais? Visite nossa página de contato ou agende uma visita à nossa chácara em Vinhedo.

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